quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Petição pela proibição do comércio de animais silvestres


                                                        01'1111112020225/09/2012
Amigo dos animais,
Urgente!
Temos até dia 10 para conseguir milhares de assinaturas e entregá-las em Brasília.
Assine AGORA e repasse para todos.   
Gratidão, para que eles possam continuar livres.
Nina Rosa
            

                   Petição pela proibição do comércio de animais silvestres

O IBAMA está avaliando o pedido de comerciantes de animais silvestres, que querem a aprovação de uma EXTENSA LISTA de espécies silvestres que poderiam ser autorizadas ao comércio. Confiná-las como animais de estimação é um ato de extrema crueldade, pela privação de sua liberdade e pelas adversas condições de sobrevivência.
Através desta petição, repudiamos a ampliação da lista de espécies autorizadas, e pleiteamos junto ao IBAMA a proibição do comércio de toda e qualquer espécie de animais silvestres.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Gestão do Lixo: 95% dos municípios brasileiros descumprem a lei


César Machado/Vale Press
César Machado/Vale Press /
MEIO AMBIENTE

95% das prefeituras do Brasil não entregaram o plano de gestão do lixo

Municípios que descumprirem a lei de resíduos sólidos não poderão pleitear recursos federais. A maioria das cidades do Paraná está atrasada

Publicado em 25/09/2012 | RAPHAEL MARCHIORI, ESPECIAL PARA A GAZETA DO POVO

A menos de dois anos do prazo final para a eliminação de todos os lixões do país, apenas 283 municípios já apresentaram seus planos de gestão de resíduos sólidos ao Ministério do Meio Ambiente – nenhum deles do Paraná. Isso significa que, no momento, 95% das cidades brasileiras não podem pleitear recursos federais destinados ao setor, como os do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê R$ 1,5 bilhão para implantação de aterros sanitários e sistemas de coleta seletiva.
Segundo a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema), 135 municípios paranaenses informaram que já têm seus programas prontos e outros 90 estão em fase de elaboração. Outros 64 disseram que nem sequer começaram a pensar no assunto e 109 ainda não responderam ao questionário presente em um sistema on-line da secretaria.
Obrigação
Municípios paranaenses com IDH europeu já cumpriram a lei
Municípios paranaenses com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) similar à de economias de médio porte da Europa já têm prontos seus planos de gestão de resíduos sólidos, conforme informações coletadas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema).
Dentre as 135 cidades que se encaixam nessa lista, mas que ainda não entregaram seus projetos ao Ministério do Meio Ambiente, estão Curitiba, Pato Branco, Maringá, Palotina, Toledo, Londrina e Cascavel – cidades com IDH superior a 0,81, índice igual ou maior do que o de países como Lituânia, Polônia e Hungria.
Cascavel, por exemplo, já tem aterro sanitário municipal desde 1995 e serviço de coleta seletiva de lixo. A prefeitura diz ter protocolado há três anos o seu plano na Sema, mas desconhecia a necessidade de enviá-lo ao governo federal.
“Nem sabia que era obrigatório entregar [o plano] para o ministério, mas o município tem o plano, englobando toda a destinação final e adequada de todos os resíduos, inclusive da construção civil e aqueles considerados perigosos”, diz Elmo Rowe Júnior, que assumiu recentemente a Secretaria do Meio Ambiente de Cascavel. (RM)
Funasa
União vai lançar primeiro edital para distribuir verba até o fim do ano
Os recursos para implantação dos planos de gestão de resíduos sólidos ainda não começaram a ser distribuídos, mas as prefeituras que não enviaram seus documentos ao Ministério do Meio Ambiente podem começar a sentir falta dessa verba nos próximos meses. A Fun­­dação Nacional de Saúde (Fu­­na­­sa) vai distribuir R$ 38 milhões neste ano para financiamento de projetos de implantação de aterro sanitário, construção de galpão de triagem e para financiamento de aquisição de equipamentos e veículos coletores. O órgão, ligado do Ministério da Saúde, diz ter recebido 585 propostas, sendo 185 solicitando elaboração de projetos, como planos de gestão de resíduos sólidos, 369 para aquisição de equipamentos ou construção de aterros e galpões de triagem e 31 para serviços que não são financiáveis.
Segundo o edital para dis­­tribuição dos recursos, apenas municípios com planos de gestão de resíduos já entregues po­­derão receber verbas para a aquisição de equipamentos. A entidade, porém, ainda não con­­cluiu a seleção dos pleitos e, por isso, não informou quantas cidades perderão repasses por não terem projetos prontos. (RM)
R$ 1,8 milhão
Os recursos que serão disponibilizados para a consultoria de projetos de gestão de resíduos sólidos variam de R$ 600 mil para planos intermunicipais até R$ 1,8 milhão, para regiões metropolitanas. Já os planos estaduais receberão até R$ 1,7 milhão. Ainda foram definidas faixas especiais para sedes da Copa de 2014 e cidades próximas. As sedes dos jogos poderão receber até R$ 1,4 milhão para consultoria e as cidades próximas com até 100 mil habitantes devem receber até R$ 100 mil e aquelas com mais de 500 mil moradores receberão até R$ 600 mil.
TCE-PR aponta falhas na fiscalização de aterros
Um relatório produzido por auditores do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR) entre agosto e outubro do ano passado indicou que é baixa a capacidade do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) de assegurar a mensuração dos impactos ambientais de aterros e lixões do estado. Dentre os principais problemas estariam falta de funcionários, falhas na captação de servidores, sucateamento de frota, ausência de planejamento de fiscalização e monitoramento deficiente de aterros e lixões. Além disso, nos municípios visitados pelos auditores foram encontrados mais lixões do que o informado pelo IAP (39 ante 18). No total, são 97 vazadouros a céu aberto no estado. O relatório ainda apontou que a maioria dos aterros ou não teria licença ambiental ou estaria com o documento vencido. À época da produção do levantamento, de 340 aterros, 76 (22%) não tinham a autorização emitida pelo IAP e 146 (43%) sequer tinham a licença.
Em relatório posterior publicado pelo próprio TCE-PR, o órgão afirma que o diretor presidente do IAP, Luiz Tarcisio Mossato Pinto, ressaltou a importância da auditoria e que as principais críticas do documento já estariam sendo sanadas com a contratação de funcionários, a aquisição de veículos e a elaboração de uma resolução estadual, estabelecendo critérios para licenciamento e outorga de aterros sanitários.
Dê sua opinião
Como sensibilizar o gestor público da importância do plano de gestão de resíduos sólidos?
As cartas selecionadas serão publicadas na Coluna do Leitor.
Dificuldades
O atraso na entrega dos planos evidencia a dificuldade para se extinguir os lixões no país, conforme determina a Lei 12.305, de agosto de 2010.
De acordo com o relatório Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, de 2011, produzido pela Associação Brasileira de Empresa Pú­blica e Resíduos e Resíduos Espaciais (Abrelpe), dos 5.565 municípios brasileiros, 3,371 deles ainda destinam seus resíduos para lixões (1.607) ou aterros controlados (1.764) – áreas geralmente sem projetos e precárias para o tratamento de gases. No ano passado, 11 milhões de toneladas de lixo foram parar em lixões no país – quase 297 mil toneladas só no Paraná.
“Decorrido tanto tempo da promulgação da lei, hoje estou extremamente preocupado com esse objetivo”, afirma João Gianesi Netto, vice-presidente da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Urbana (ABLP).
A opinião é endossada pela advogada Fabiana Atallah, membro da Comissão de Direito Ambiental da seção Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR). “Não acredito que vá acontecer [o fim dos lixões] até 2014. De qualquer forma, o que vejo de bom é que todos começaram a se mexer e, se acontecer até 2020, é melhor do que nada”, diz ela, que é especialista em Direito Ambiental e em Gestão e Estratégica da Sustentabilidade.
Falta capacitação
Segundo Cláudia Ruberg, urbanista e doutora em Gestão de Resíduos Sólidos pela Universidade de São Paulo (USP), um dos problemas é a escassez de profissionais com domínio sobre o tema nas prefeituras, principalmente nas menores. “Essa falta de profissionais dificulta a elaboração e implantação de planos. Mesmo quando há a contratação de empresa para elaborar o plano, por vezes os técnicos da prefeitura não sabem avaliar o documento e verificar se ele atende às necessidades.”
Para Carlos Garcez, coordenador de Resíduos Sólidos da Sema, a ausência do Paraná na lista das 283 cidades em dia com o Ministério do Meio Ambiente não configura uma falta de qualidade na gestão de resíduos no estado. “Acredito que 60% dos municípios paranaenses já tenham o plano por conta dos consórcios que agregam muitos municípios. O plano de regionalização, inclusive, tem como objetivo sugerir 18 consórcios no estado”, explica. Segundo ele, a maior carência de aterros sanitários hoje está na Região Centro-Sul do estado, que engloba as microrregiões de Guarapuava, Palmas e Pitanga.
No PR, 64 cidades estão na estaca zero
Embora ricas e populosas, São José dos Pinhais (Grande Curitiba) e Foz do Iguaçu (Oeste do estado) estão entre as 64 cidades que informaram à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos que nem sequer começaram a elaborar seus planos de gestão de resíduos sólidos. A dupla se destaca nessa relação pelo tamanho da população (cada uma tem mais de 200 mil habitantes) e por ter Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) acima das médias nacional e paranaense (0,796 em São José e 0,788 em Foz).
Apesar disso, a situação do lixo em São José e Foz não chega a ser caótica como em outros municípios. Relatório do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR) informa que os resíduos sólidos dos dois municípios têm como destino aterros sanitários impermeabilizados e com tratamento de gases.
Política nacional
O Plano Nacional de Re­síduos Sólidos não propõe apenas a eliminação dos lixões do país, mas também a implantação de coletas seletivas eficazes, mecanismos de inclusão de catadores e programas de logística reversa para grandes geradores de lixo. No documento que formaliza o plano estão previstos cenários favorável, intermediário e desfavorável. Na previsão mais equilibrada, o governo propõe, por exemplo, que até 2031 seja reduzida em 70% a quantidade de resíduos reciclados que hoje ainda têm como destino os aterros sanitários.
Outros 89 municípios informaram ao governo do estado que estão em fase de elaboração de projetos. Entre eles, cidades com mais de 100 mil habitantes e também com IDH acima das médias nacional e estadual, como Ponta Grossa, Apucarana e Pinhais. O prazo para a entrega dos planos sem prejuízo de repasse de recursos federais expirou no último dia 2 de agosto.

Manifestação contra abuso de animais reúne dezenas no Centro de Curitiba


Vida e Cidadania

Terça-feira, 25/09/2012
Patricia Pereira / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Patricia Pereira / Agência de Notícias Gazeta do Povo / Dezenas de pessoas participam de manifestação contra exploração de animaisDezenas de pessoas participam de manifestação contra exploração de animais
PROTESTO

Manifestação contra abuso de animais reúne dezenas no Centro de Curitiba

Passeata pediu fim do uso de animais em pesquisas, uso de pele animal, do consumo de carne e leite, de touradas e maus tratos de animais domésticos

22/09/2012 | 18:02 | PATRICIA PEREIRA

Dezenas de pessoas participaram de uma manifestação contra a crueldade e exploração animal na tarde deste sábado (22), no Centro de Curitiba. Os manifestantes partiram da Praça Santos Andrade, por volta das 16h, e caminharam em direção à Boca Maldita, na Rua XV de Novembro, carregando cartazes em apoio à causa.
A organizadora do manifesto em Curitiba, Amanda Juraszek Simão, explica que o evento apoia o fim do uso de animais em pesquisas, uso de pele animal, do consumo de carne e leite, de touradas e maus tratos de animais domésticos. “Somos contra qualquer tipo de exploração animal”, declarou.
Patricia Pereira / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Patricia Pereira / Agência de Notícias Gazeta do Povo / Passeata contou com a participação de um cachorro poodleAmpliar imagem
Passeata contou com a participação de um cachorro poodle
Os cartazes mostravam fotos de animais que sofreram maus tratos, além de frases, como “animais não existem para nosso uso”, “teste sua compaixão: diga não aos testes em animais” e “quem sofreu pro seu almoço?”. Um cachorro poodle também participou da caminhada.
Os manifestantes ficaram com os cartazes na Boca Maldita até as 18h, quando retornaram em direção à Praça Santos Andrade, com uma vigília à luz de velas, em respeito aos animais, segundo Amanda.
O Dia Mundial Pelo Fim da Crueldade e Exploração dos Animais acontece no mundo todo e foi realizado pela segunda vez na capital paranaense.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Águas do Amanhã - Expedição pelo Iguaçu revelou tragédia ambiental, em 2011


Opinião
Expedição pelo Iguaçu em 2011 revelou tragédia ambiental

João Rodrigo Maroni, editor do projeto Águas do Amanhã e da Gazeta do Povo

Entre as inúmeras iniciativas desenvolvidas pelo projeto Águas do Amanhã [2010 a 2011] para conscientizar os paranaenses sobre a importância de se preservar o principal rio do estado, a mais marcante foi a expedição que percorreu, de carro e de barco, os principais trechos do Iguaçu – de Curitiba a Foz. Embarquei juntamente com outros colegas de imprensa e técnicos da UFPR em uma jornada de cinco dias, em abril do ano passado.
Durante a expedição, coletamos amostras de água para avaliação técnica. O resultado que a sonda mostrava apenas reiterava o que nossos olhos e narizes sentiam. Na região de Curitiba, o Iguaçu é um rio morto. E fede como tal. Quase não há peixes. Os poucos corajosos que resistem, precisam respirar junto à lâmina d’água, onde o pouco oxigênio que sobra se concentra. Uma das medições ocorreu em um ponto logo abaixo de onde a estação de tratamento de esgoto Cachoeira, da Sanepar, em Araucária, despeja o efluente teoricamente tratado. O índice de oxigênio dissolvido na água ali é de 2,6 miligramas por litro (mg/l), quando o ideal é de, no mínimo, 5 mg/l. Outros fatores que indicam poluição, como a concentração de clorofila, nitrato e a turbidez da água, também estavam altos naquele ponto e em outros dentro da Região Metropolitana de Curitiba.
É bom lembrar, no entanto, que a poluição do Iguaçu tem origem complexa. Vem do lixo jogado direta ou indiretamente no rio, de esgotos clandestinos – mesmo quando há rede de coleta disponível – e até do desmatamento das margens provocado pela ocupação desordenada, além, claro, do tratamento ineficiente do esgoto coletado.

A boa notícia é que o Iguaçu, ao longo de seu trajeto natural até as soberbas Cataratas,  ainda tem a capacidade de se autorregenerar. Por quanto tempo não sabemos. Para quem vive nos arredores de Curitiba, sobrou conviver com o desastre ambiental, o risco de doenças, o mau cheiro e a vergonha de viver em uma sociedade que deu as costas para seu maior patrimônio natural. Puxou a descarga e deixou para lá.



sábado, 22 de setembro de 2012

Movimento SOSBICHO na WEEAC em Curitiba - 22 de setembro



Ativistas do SOSBICHO se juntaram a um grupo de 50 pessoas defensoras da libertação dos animais do jugo humano, ara defendê-los.

É dever moral falar por aqueles que estão silenciados 
nos corredores da morte, seja para nos servir de alimento, para servir de cobaias para nosso remédios e cosméticos,para nos divertir.


O uso dos animais tem tradição em nossa civilização e, com todos os avanços do pensamento humano, das tecnologias e da ciência, os seres humanos ainda insistem em continuar usando os animais, mesmo com a possibilidade de aplicação de métodos substitutivos na ciência e nos estudos, mesmo compreendendo que o ser humano pode prescindir da alimentação centrada na carne.











Somos a sua voz ! Por isso, colocamos nosso galo mais uma vez na rua para pedir: JUSTIÇA !

Escola participa de ação global de plantio de árvores



21/09/2012

Escola participa de ação global de plantio de árvores

Para o dia da árvore, celebrado hoje, 21 de setembro, estudantes do 9º ano da Escola Estadual Dona Carola, em Curitiba, participaram de diferentes atividades ligadas ao meio ambiente. Desde 2005, a escola participa do Programa Environment Online (ENO), escola virtual da Finlândia, que realiza ações voltadas ao desenvolvimento sustentável, como o plantio de árvores e atividades pedagógicas ligadas à biodiversidade, água, mudanças climáticas e temas culturais. 

Os estudantes plantaram duas mudas de árvore, uma no terreno da escola e outra numa praça próxima. A ação também foi acompanhada por membros do Movimento SOS Bicho, que explicaram a importância de se manter o equilíbrio ambiental. “Esta é uma maneira de compensar o desmatamento e recuperar o prejuízo que o homem faz para a natureza”, disse o aluno Lucas Lourenço, 15 anos. Pensamento que mais alunos dividem. “É fundamental manter o equilíbrio ambiental e a preservação da fauna e flora. Acredito que é dever de todo cidadão plantar uma árvore, ao menos uma vez na vida”, afirma o aluno Jonathan Taner, 16 anos.

A comemoração também foi marcada por uma caminhada na quinta-feira (20), realizada na região onde a escola está localizada, para a observação e interpretação do meio ambiente em diferentes aspectos, como fauna, flora, paisagem, patrimônio público, poluição sonora e visual. Todo o trajeto foi acompanhado por educadores multidisciplinares. Os alunos também responderam um questionário sobre as impressões da caminhada. “Queremos despertar nos alunos o reconhecimento e reflexão das questões ambientais, partindo do local de onde eles vivem”, explica o diretor da escola, Wagner Rosa de Oliveira.

AÇÃO GLOBAL - Todo ano, nos meses de maio e setembro a ENO organiza o dia de plantar árvores, que simboliza a paz e continuidade da vida. Jovens do mundo todo são convidados a refletir sobre as questões ambientais. Segundo Dulce Pazinato Casarin, secretária da ENO no Paraná, as atividades visam à conscientização sobre a conservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. “É um programa que trata sobre as questões que envolvem o meio ambiente, através de atividades práticas. São cerca de 3 mil escolas em 150 países que participam do programa, que tem como objetivo plantar 100 milhões de árvores até 2017”, disse.
  

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

As árvores antigas carregam consigo a memória dos tempos


VAMOS PRESERVÁ-LAS

Movimento SOSBICHO, Escola Dona Carola e Eno Tree Planting Day


ENO Environment Online é uma rede global para o desenvolvimento sustentável e paz no planeta. Escolas ao redor do mundo estudam as questões ambientais, compartilham conhecimentos e resultados de aprendizagem e fazem pactos concretos para alcançar o equilíbrio com o planeta. É coordenado pelo Programa ENO sediado em Joensuu, na Finlândia. Tem inúmeras organizações parceiras e redes, incluindo a Organização das Nações Unidas para o Ambiente. 

Neste dia de 21 setembro o evento ENO TREE PLANTING DAY ocorre globalmente em mais 150 países em 21 de Setembro de 2012 ao meio dia.
É um momento de reflexão sobre nossas ações para proteger a biodiversidade do planeta e focar na urgência de novos desafios para o futuro.
No Brasil muitas escolas e grupo de jovens já confirmaram a participação no ENO TREE PLANTING DAY, promovendo o plantio de árvores e realizando atividades educativas ambientais.


As primeiras árvores serão plantadas ao meio dia na Oceania. Seguindo o sol, novas árvores serão plantadas na Ásia, Europa e África. Finalmente, esta corrente alcançará as Américas. A Terra gira e em cada lugar novas árvores terão encontrado seu chão.

A Escola Estadual Dona Carola, de Curitiba – Paraná, Brasil,  que faz parte desta rede, fez os seus plantios, com a colaboração do Movimento SOSBICHO, conforme o tratado global.











As atividades e iniciaram no dia 20 de setembro, com Trilha Interpretativa pelo Bairro do São Francisco, onde fica a escola e onde se situa o Setor Histórico da Cidade de Curitiba.
Os alunos tiveram a oportunidade de visitar o Reservatório Histórico do Alto São Francisco, visitar três  árvores imunes de corte do bairro – uma Pitangueira, um Monjoleiro e um grupo de Cinzeiras, dialogar sobre a fauna e flora locais e a necessidade da preservação dos ecossistemas.





No Dia da Árvore, foram plantadas uma Pitangueira e um pé de Araçá.
Os plantios foram feitos em pracinha próxima à Escola e no terrenos da Escola.

Os alunos tiveram informações sobre a maneira adequada de plantio, sobre a necessidade de cuidados, sobre a necessidade de manter a natureza sempre realimentada pelas nossas ações.


Também tiveram a oportunidade de verificar cortes de árvores muito velhas e sadias, que reforçam a necessidade de estarmos compensando estas perdas, através do plantio de novos indivíduos.

É sempre uma alegria: o Movimento SOSBICHO iniciou esta parceria do a Escola Dona Carola desde o ano de 2011 e esta é já a terceira ação de plantios.

Vamos assim, contribuindo para a construção de um Planeta mais equilibrado e ensinando solidariedade e comprometimento, através de ações práticas, pois acreditamos na educação-ação. Mais importante que falar, é fazer !

As mudas são cedidas pelo Horto Municipal de Curitiba.

Visite: movimentososbicho.blogspot.com

Movimento SOSBICHO oferece aula de campo aos alunos da Escola Dona Carola

Alunos da 8a. série e a Pitangueira imune de corte da Rua Emilio de Meneses

No dia 20 de setembro de 2012 o Movimento SOSBICHO promoveu Trilha Interpretativa para os alunos da Escola Estadual Dona Carola.
Fizeram parte do roteiro a visitas a árvores imunes de corte do Bairro São Francisco, onde se situa a Escola, observação e interpretação da paisagem urbana em seus vários aspectos: históricos, urbanísticos, fauna, flora, socioambiental. Também fez parte da programação, visita ao Reservatório Histórico do Anto do São Francisco, que no dia 20 de setembro, comemorou aniversário de instalação da pedra fundamental para a construção do Reservatório. Dia histórico ! E de muita alegria, curiosidade, interesse e de conhecimento. Nosso muito obrigado ao pessoal da Educação Ambiental e Patrimônio Histórico da Sanepar, que sempre nos recebe com grande competência e carinho !
Exposição de vídeo sobre a história da água do Paraná e do Reservatório Histórico
Museólogo Manoel César - Sanepar e público atento

Equipe de Educadores do SOSBICHO


Manoel explica sobre a Casa das Máquinas

Reservatório - curiosidade e interesse !

Também  fez parte da programação a caminhada pelas ruas históricas do São Francisco, a interpretação urbanística e arquitetônica das edificações, contando com a colaboração voluntária da Arquiteta Graziela Tonhozi.
Arquiteta Graziela faz explicações sobre a arquitetura da cidade

Visitamos o Teatro Novelas Curitibanas, a Cinemateca de Curitiba e o Cemitério Municipal, onde fizemos uma roda de conversa, cujos temas foram as intervenções urbanas, grafite e pichação e guarda responsável de animais.
Roda de conversa

Túmulo de Maria Bueno

Curiosidade

Fomos até o túmulo de Maria Bueno para a narrativa sobre as histórias entorno de sua vida e a incorporação destes mitos à cultura curitibana.
Em seguida, já retornando à Escola, pela Rua Benvindo Valente, chegamos à Rua Domingos do Nascimento, onde pudemos observar belos grafites que manifestam grande potencial artístico e reverenciamos o conjunto de antigas Cinzeiras - que tem um dos seus exemplares imunes de corte.
Naquele ponto, fizemos uma reflexão sobre o nosso papel neste Planeta e a necessidade de respeitar o meio ambiente, a biodiversidade e compreender a interdependência das espécies.
Chega da Escola, após este lindo dia de sol, os alunos responderam a questionários de avaliação da atividade, que avaliaram como: excelente, ótima, divertida, interessante, criativa, espetacular, reveladora, loco de legal, de conhecimento.
Na questão: "Esta atividade alterou sua maneira de ver ou compreender o mundo à sua volta?  ", em que se solicitava uma explicação, fomos surpreendidos  com boas respostas:

- "Aprendi a dar valor e preservar a natureza"
- "Muitas vezes passamos em um lugar que possui importância histórica e nem reparamos"
- "O cuidado de desperdício da água e de destruição da natureza"
- "Porque deu para conhecer mais sobre o Bairro"
- "Porque agora sabemos a importância dos lugares"
- Algumas pessoas vêem as árvores, o meio ambiente em geral, como nada. Pude ver coisas, pequenas, mas grande em geral"
- "Porque aprendi que tudo tem sua importância, até as coisas mais pequenas"
- Mudou minha maneira de ver coisas que me cercam e ensinou a ter mais consideração"
- "Alterou porque pude compreender como a natureza está sempre presente, como funciona e como devemos respeitá-la"
- "Mostrou a importância de preservar o meio ambiente, mostrou a nítida diferença entre grafite e pichação"
- "A preservação não como um dever, mas porque é preciso"
- "Agora eu vejo diferente o mundo, conheci a história da Sanepar, o teatro novelas curitibanas, a cinemateca e o cemitério municipal"
_ "Aprendi a dar mais valor à água"
- "Vemos que temos que preservar onde moramos"
- "Preservação do meio ambiente"
Receptivo do Cemitério Municipal - animal comunitário
- "Fez perceber a importância de tudo ao nosso redor"

Estas respostas só nos estimulam e nos motivam a fazer mais ! Valeu moçada !

Agradecemos à Juliana da Rede de Desenvolvimento Local, à Lu Kimi, à Isabel Carrilho, à Tosca, ao Oscar que ajudou no preparatório, à Graziela, ao Manoel da Sanepar, à Professora Denise, ao Diretor Professor Wagner.

Turma e alunos com material sobre guarda responsável de animais
Nosso agradecimento à Quatro Patas - Grupo de Proteção Animal, que muito gentilmente cedeu seu material educativo sobre guarda responsável de animais. Associe-se: www.quatropatas.org.br

Laelia Tonhozi
Educadora Ambiental
Coordenadora da Atividade



















quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Movimento SOSBICHO e Educação Ambiental na Escola Estadual Dona Carola

No dia 20 de setembro de 2012 - quinta-feira, o Movimento SOSBICHO de Proteção Animal estará desenvolvendo atividades de educação ambiental com os alunos da Escola Estadual Dona Carola.
Com tempo bom, faremos uma trilha interpretativa pelo Bairro S
ão Francisco, onde fica a Escola, identificando a paisagem urbana, com tudo que a compõe: fauna (identificação e respeito), flora Identificação e árvores imunes de corte), edificações (história, estilos arquitetônicos), desenho da cidade, mobilidade urbana. Visitaremos o Reservatório Histórico do Alto São Francisco, como forma de aprendizado sobre a água que chega às nossas torneiras.





 Contaremos com profissionais de várias áreas do conhecimento, que voluntariamente, oferecem seus conhecimentos, porque acreditam num mundo melhor.


Se chover, mantemos a visita ao Reservatório e faremos atividades na Escola, que incluem plantio de árvores.





A Escola Dona Carola é participante do Projeto Internacional ENO - da Unesco, que tem o compromisso do plantio de milhões de árvores no mundo todo, feitos por crianças em escolas de todo o Planeta !






 Desde o ano de 2011 temos contribuído com a Escola Dona Carola. Neste ano teremos a participação de agente da Rede de Desenvolvimento Local do São Francisco.


Nós creditamos no futuro !









Tráfico de animais silvestres é crime


Papagaios, lindos na natureza, costumam ser alvo de traficantes de animais silvestres.
Há pessoas que podem achar que é legal ter uma arara canindé, um macaquinho, um jabuti ou uma iguana em casa, por vaidade, exotismo ou para exibir para os amigos. Mas o pode parecer uma coisa inocente, mesmo que fútil, pode ter graves consequências em termos de ameaça ao meio ambiente, bem-estar dos animais e incentivo a outros crimes.
A posse de animais silvestres sem comprovação de origem e autorização dos órgãos competentes é uma contravenção. A Lei de Crimes Ambientais, criada em 1998, considera os animais, seus ninhos, abrigos e criadouros naturais, propriedades do Estado, sendo que a compra, a venda, a criação ou qualquer outro negócio envolvendo animais silvestres é crime.
Independentemente da questão legal, vale destacar a crueldade que é tirar o animal de seu habitat natural e prendê-lo em casa; muitas vezes, em gaiolas. E, se pensarmos que, de cada 10 animais que são traficados, 9 morrem antes de chegar ao seu destino final, em função da precariedade de seu transporte, a crueldade é ainda maior.
O Brasil é um dos principais alvos de traficantes da fauna silvestre, em função da sua enorme biodiversidade e exuberância de sua fauna e flora. Todos os anos, quase 40 milhões de animais selvagens são retirados ilegalmente de seu habitat em nosso país, dos quais 40% são exportados, segundo dados da Polícia Federal. Esse tipo de tráfico movimenta mais de 10 bilhões de dólares em todo o mundo, o que torna o comércio ilegal de animais silvestres a terceira maior atividade ilícita do planeta, atrás apenas do tráfico de drogas e armas, sendo que o Brasil é responsável por 15% desse valor, de acordo com os especialistas.
O comércio ilegal da fauna silvestre no Brasil pode ser classificado de duas formas:
- tráfico interno, mais desorganizado, feito por caminhoneiros, motoristas de ônibus, pequenos comerciantes ou pessoas que capturam e levam um animal para vender, para lhe garantir sustento durante a viagem;
- tráfico internacional, mais planejado e sofisticado, mas ilegal da mesma forma.
Os objetivos de ambos são os colecionadores particulares, pesquisas científicas e comercialização em petshops, no Brasil ou no exterior.
A devastação das florestas e a retirada de animais silvestres de seu ambiente já causaram a extinção de inúmeras espécies e, por consequência, um desequilíbrio ecológico. Animais bonitos, raros, exóticos e até ferozes pagam com a vida para que algumas pessoas tenham a satisfação de exibi-los em casa. Além do mais, quem possui um animal silvestre em casa enfrenta problemas, justamente porque ele não é doméstico, como um cachorro ou um gato.
Espécies silvestres exigem cuidados especiais e, ao se darem conta do trabalho e dos gastos para mantê-los, as pessoas acabam doando-os a zoológicos, pois, por terem vivido em cativeiro, perderam sua habilidade de caçar alimentos e de se defender de predadores. Se forem soltos na natureza, dificilmente sobreviverão.
O que podemos fazer:
.  Não compre animais silvestres em feiras, beira de estradas ou mesmo em petshops. Caso queira ter um bichinho, que tal adotar um cão ou um gato?;
. Se te oferecerem um animal silvestre, não compre e alerte o vendedor de que isso é crime;
. Não compre artesanato feito com partes de animais, como penas coloridas, chifres ou cascos de tartarugas;
. Não tenha coleções de borboletas em quadros nem pele de onça “decorando” a casa;
. Caso presencie a venda em feira livre ou na estrada de animais silvestres, ou um animal sendo mal-tratado em um circo, avise a polícia ou o Ibama (linha verde: tel.: 0800 61 8080), informando os dados precisos da ocorrência
Para saber mais:
Ibama – Inst. Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renaováveis (www.ibama.org.br)
Ambiente Brasil (www.ambientebrasil.com.br)
Arca Brasil (www.arcabrasil.org.br)
Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (www.renctas.org.br)
SOS Fauna (www.sosfauna.org)
Ass. Protetora de Animais São Francisco de Assis (www.apasfa.org/silvestres)
Tópicos para discussão:
1. Você acha que as pessoas têm condições de criar adequadamente um animal silvestre em sua casa ou apartamento, na cidade?
2. Você acha que um pássaro vive feliz preso em uma gaiola?
3. Você não acha que um macaquinho prefere viver solto na mata do que preso em uma casa na cidade, longe dos seus pares?
4. Você não acredita que, ao tirar esses animais da natureza, os traficantes não estão contribuindo para um desequilíbrio ambiental?
5. Ao contribuir com o tráfico ilegal de animais silvestres, a pessoa também acaba incentivando outros crimes, uma vez que uma atividade ilícita acaba sempre estando ligada a outra. O que você acha disso?
6. Você acha que a pessoa que compra um animalzinho silvestre em uma feira livre ou na beira da estrada tem responsabilidade também sobre esse crime e desequilíbrio ambiental?

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A economia que precisamos: Declaração do movimento de Economia Social e Solidária à Rio +20

Cúpula dos Povos na Rio+20




Posted: 17 Sep 2012 01:31 PM PDT
Esta declaração foi elaborada pelo Conselho de Administração da Rede Intercontinental de Promoção da Economia Social e Solidária (RIPESS), reunido no Rio de Janeiro, tomando como base as discussões e deliberações sobre a Rio+20 do V Encontro Latinoamericano e Caribeño de Economía Solidária e Comércio Justo e com aportes de representantes dos demais continentes.
Entre 16 e 25 de junho, mais de 370 organizações de todos os continentes do mundo declararam apoio. As assinaturas seguem ao final.
***
A Cúpula dos Povos e a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável da Rio +20 acontecem em um momento de crise da civilização que se expressa em uma multitude de crises: alimentar, ecológica, energética, financeira, social e de representação política, e não é com esse mesmo pensamento e o mesmo modelo de sociedade que gerou estas crises que se sairão delas!
A pretendida economia verde, tal como é apresentada pelos governos e as multinacionais, é só uma extensão deste modelo, através da mercantilização dos bens comuns como nova forma de expansão do capitalismo em crise, enquanto a economia solidária permite emancipar-se dele.
Em todos os continentes, nas comunidades, regiões e países existem iniciativas econômicas e sociais em muitos setores de atividades que demonstram a viabilidade concreta e viva de outros modelos de desenvolvimento, de organização da economia e das sociedades onde a vida, a pluralidade, a autogestão, a justiça ambiental e social definem uma economia solidária diferenciada da economia do capital. A economia solidaria é um movimento social que, com outros, contribui para consolidar uma verdadeira democracia econômica e política.
A criação da Agencia Internacional Ambiental proposta pela PNUMA não poderá resolver os desafios da governança mundial. É imperativo que as ferramentas e as instituições de governança sejam transformadas para basear-se estruturalmente em processos contínuos de consulta e de participação de todos os setores da sociedade, a nível local, regional e internacional, e que estas não estejam dominadas pelos maiores contribuintes financeiros e geridas por “especialistas”. É necessário o respeito e o reconhecimento da soberania dos povos e das comunidades, que são aqueles que tem a legitimidades e a capacidade de levar a cabo um desenvolvimento solidário que assegure a preservação dos bens comuns.
A economia solidária constrói modelos de produção e de serviços com e para todas e todos. Estas iniciativas não podem ser consideradas como simples “programas de reparação e de luta contra a pobreza”. Pelo contrário, elas garantem intrinsecamente a justiça em todas as suas dimensões, enquanto desenvolvem atividades econômicas, sem gerar concentração de riquezas materiais ou financeiras, nem criação de pobreza. A economia solidária estabelece sistemas equitativos de comercialização, de finanças e de moedas sociais ao serviço das economias reais, circuitos curtos entre produtores e consumidores, soberania alimentar, entre outras alternativas concretas.
O movimento da economia solidária, com outros movimentos de transformação da sociedade, encarna um projeto verdadeiramente democrático, de respeito dos direitos das mulheres e dos homens, do trabalho, dos direitos cívicos, da diversidade de culturas e dos direitos da natureza para o bem viver das populações.
Rio +20 só responderá aos desafios impostos se os governos participantes se orientarem ao que o povo está construindo como uma verdadeira alternativa para o futuro da humanidade sobre a Terra.
Rio de Janeiro, junho de 2012

Assinaturas em apoio à declaração:

ABRASCO – Associacao Brasileira de Saude Coletiva (Brasil)
ACA (Brasil)
ACADEMIA DE LA TIERRA ONG (MÉXICO)
ACDRA-ECOSOL (MEXICO)
ADEL-Ixcán (Ixcán, Quiché, Guatemala)
Adéquations (France)
Agência de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável – AADS (Brasil)
Alborada (Argentina)
ALCONA (México)
Alessio Di Florio (Italia)
Alliance of Coastal Fishers in the North Atlantic – ACFNA (North – Atlantic: Newfoundland, Iceland, Faroe Islands, Norway)
Alsur A.C. (México D.F.)
Alternatives Développement (SENEGAL)
AMARTE-Associação Amigos da Arte (Brasil- Pernambuco)
AMB Articulação de Mulheres Brasileiras (Brasil)
AMDAE (BOGOTA COLOMBIA)
American worker cooperive-nj (New Jersey)
ANIMAR (Portugal)
APC Assoc Pró Cidadania (Minas Gerais / Brasil)
APPEND (PHILIPPINES)
APPLIR (Argentina)
AQ’AB’AL, Empresa Centroamericana de ESS (Centroamerica)
AQOCI (Canada)
ARIADNA (Argentina)
ARIA-Nord (France)
Artana e Cia (Brasil)
ARTE CIMARRON (TUMACO NARIÑO COLOMBIA)
Arte Sustentável/EES (Brasil)
Asamblea Permanente de la Sociedad Civil por La Paz (Colombia)
ASARBOLSEM (BOLIVIA)
Asedcohue (Guatemala)
Asian Public Intellectuals Fellowships (Southeast Asia)
Asian Social Enterprise Forum (Asia)
Asociacion Central General de Trabajadores de Guatemala CGTG (Guatemala)
Asociación Civil Bienaventurados los Pobres (Catamarca, Argentina)
Asociacion CORDES (El Salvador. Centroamerica.)
Asociacion de Adultos Mayores de 60 años Jesus vive de Brisa del Eden de Mendoza (Republica Dominicana)
Asociación de Cooperativas-ASOCOPH y Empresas Solidaria del Huila (Colombia)
Asociación de Desarrollo Agrícola y Microempresarial (ADAM) (Guatemala)
Asociaciòn de Desarrollo Integral Simiatug Samai (Ecuador)
ASOCIACION DE FOMENTO VECINAL EL PALMAR (ARGENTINA)
Asociacion de Mujeres Afrocolombianas Kenia Tabia Binta “AMAKETABIN” (COLOMBIA)
Asociacion de Mujeres Cabeza de Familia (Cali Colombia)
asociacion de mujeres de Brisa del Eden de Mendoza Sto Dgo Oriental (Republica Dominicana)
Asociaciòn de Productores de Hongos Comestibles de Colombia- ASOFUNGICOL (Colombia)
Asociacion de Recicladores de Engativa (Colombia)
Asociación de Tiendas de Abastecimiento Comunitarias (Honduras)
ASOCIACIÓN MUJERES PROTAGONISTAS DEL DESARROLLO DE BUENAVENTURA -MUPRODEB (COLOMBIA-BUENAVENTURA-VALLE)
Asociacion para el Desarrollo Rural del Camp d´Elx (españa)
Asociacion Productores San Cayetano (Argentina)
Asociacion Red Municipal de Mujeres de Caldono Cauca Colombia (Colombia)
Asociatia CRIES-Centrul de Resurse pentru Initiative Etice si Solidare (Romania)
ASOPRICOR (COLOMBIA)
Assoc. Artes curado (Brasil)
Associação Dando as Mãos (Brasil)
Associação de Artesanato Entre Nós. (Brasil)
Associação de Economia Solidária de Pinheiral (Brasil)
Associação dos Produtores Agrícolas de Bebida Velha – APABV (Brasil)
Associação Fibrart (Brasil / nordeste)
Associação Filosófica ‘Scientiae Studia’ (Brazil)
Associação In Loco (Portugal)
Associação rede de sonhos (Brasil)
Associação Regional Mucuri de Cooperação dos pequenos agricultores (Brasil)
Association Theatre Aquarium (Maroc)
Associazione Marco Mascagna (Italia)
Banco Pirê (Brasil – MS – Dourados)
Bay Area Community Exchange (United States of America)
Bina Swadaya (Indonesia)
Bitume (Mexico)
Bordadeiras da Coroa-RJ (Brazil)
Boston Area Solidarity Economy Network (USA)
BREFADE (MALI)
Brigadas Populares (Brasil)
cadernos do caos (portugal)
Caisse d’économie solidaire Desjardins (Québec, Canada)
CAM (Central America)
Canadian Community Economic Development Network (CCEDNET) (Canada)
Canasta a Domicilio S.C de R.L. de C.V. (México)
Capeltic (México)
Caritas Arquidiocesana de Fortaleza (Brasil-Fortaleza/CE)
Caritas Diocesana de Tubarão (Brasil / Região Sul)
Casa de Taipa- Coletivo Para Promoção de Prática Solidária (Brasil)
CAV (Brasil)
CCFD – Terre Solidaire (Francia)
CDR Outaouais-Laurentides (Québec, Canada)
CEDAL-Centro de Derechos y Desarrollo (Perú)
CEMEAR / SC (Brasil)
Central de Comercialização de Economia Solidária (Brasil-MS)
central de organizaciones campesinas y populares a.c. (mexico)
Central dos Trabalhadores(as) da Economia Solidária (Brasil-MS)
Centre canadien pour le renouveau communautaire – Canadian Centre For Community Renewal (Canada)
Centre for Social Entrepreneuership (Malaysia)
Centro de Desarrollo Comunitario Centéotl A. C. (México)
Centro de Documentación en Derechos Humanos “Segundo Montes Mozo S.J.” (CSMM) (Ecuador)
Centro de Educación Ambiental Manzana Verde (Chile, Región del Biobío)
Centro de Educación Para la Paz, Tolerancia y Desarrollo (CEPATODE (República Dominicana)
Centro de Enlace del Pequeño Productor (guatemala)
Centro de Estudios y Publicaciones CEP Alforja (Costa Rica, Centroamérica)
Centro de Investigación y Promoción Social (CIPROS) (República Dominicana)
Centro de Promoção da Cidadania e Defesa dos Direitos Humanos Pe. Josimo (Brasil)
Centro de Servicios para Emprendimientos de las Mujeres (Chiqiuimula, Guatemala)
Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (Brasil)
Centro Dominico de Investigación (Costa Rica)
CET Casa Ecológica Teotihuacan (Teotihuacan, Edo. de México, México)
Chantier de l’économie sociale (Québec/Canada)
CIRIEC Venezuela (Venezuela)
Club di budapest (italy)
Coalition SansParti (Canada)
COKOMAL (COSTA RICA)
COLACOT (COLOMBIA)
Coletivo de pesquisadores em EJA e Economia Solidária – rede (Brasil, sudeste, SP, São CArlos-CAmpinas-São PAulo)
Coletivo EITA (Brasil)
Coletivo Leila Diniz (Brasil RN)
COLICOOP- Colegio Profesional de Licenciados en Cooperativismo del Peru (PERU)
Collège Coopératif PAM (PROVENCE)
COMERCIO JUSTO URUGUAY (URUGUAY)
Comité jeunesse du chantier de l’économie sociale (Canada)
Comité San Carlos (Mexico)
COMMACT Malaysia (Malaysia)
Community to Community Development (United States)
Comunidad Banbha (Argentina – Rosario)
Conciencia Ecológica de Aguascalientes, a.c. (Aguascalientes, México)
Confederación de Federaciones de la Reforma Agraria Salvadoreña – CONFRAS (El Salvador, Centro America)
CONIDEA corporacion para la innovacion de la democracia y la empresa social y solidaria (Colombia)
Conseil régional d’économie sociale Mauricie (Québec, Canada)
Consejo Consultivo de Mujeres de tenjo (Colombia)
Consejo de Consumidores para la Economía Solidaria (Costa Rica)
Consejo de organizaciones de la Region Oriental “CORO” (Santo Dgo. Este. R.D.)
Consejo E.Solidaria Canelones (uruguay)
Consejo Global de desarrollo Integral “COGDI” (Santo Dgo. Este. R.D.)
Consejo Hondureño del Sector Social de la Economía – COHDESSE (Honduras)
Consejo Mexicano de Empresas de la Economía Solidaria (México)
Consorzio Città dell’Altraeconomia (Italia)
Consumo y Comunicación Alternativa, COKOMAL (Costa Rica)
Controvento (Italy)
CooLabora – Consultoria e Intervenção Social (Portugal)
Cooperativa Atahualpa (Argentina)
Cooperativa Bem Me Quero (Brasil)
COOPERATIVA DE AGRICULTORES FAMILIARES E PESCADORES ARTESANAIS DA ECONOMIA SOLIDARIA DA REGIAO DO MATO GRANDE-RN – COOAFES (Brasil)
Cooperativa de ahorro,credito y servicios multiples de organizaciones comunitarias “COOPMUNAS” (Santo Dgo. Este. R.D.)
Cooperativa de Costureiras e Artesãos de Parnamirim (BRASIL)
Cooperativa de trabajo encuentro (argentina)
Cooperativa de Trabajo Juanito Contreras LTDA (Argentina)
Cooperativa de trabajo mixta de Enseñanza. Atahualpa Limitada (argentina)
Cooperativa Financiera COOFINEP (Colombia)
Cooperativa La Vaca (Argentina)
Cooperativa San pio X COOGRANADA (Colombia)
Coordinadora de Organizaciones Barriales Don Bosco (CODONBOSCO) (República Dominicana)
Coordinadora Nacional de Economía Solidaria (Uruguay – América del Sur)
CORASAL (El Salvador)
CORDES, El Salvador (El Salvador)
Corporacion Agroindustrial CORASAL (EL SALVADOR. CENTROAMERICA.)
Corporación de Investigación y Acción Social y Economica CIASE (Colombia)
Corporacion para la innovacion de la democracia y la empresa social y solidaria CONIDEAS (COLOMBIA)
Corporación RELACC (Ecuador – América latina)
Cortocircuito flegreo (Campania ITALIA)
COSPE-Sede Nicaragua (Nicaragua)
CRED CIDADANIA (BRASIL)
CRESAÇOR – Rede de Economia Solidária dos Açores (Açores -Portugal)
CRESS CENTRE (FRANCE)
CSEM/ADED VALLE Centro de Servico Para El Emprendedurismo De La Mujer (Honduras, Region Golfo de Fonseca)
CTA-ZM – Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (Minas Gerais – Brasil)
CTC (BRASIL)
Das Lanhas Assessoria e Consultoria (Brasil)
Departamento de Justicia y Solidaridad – CELAM (America Latina)
Día Mundial de Oración – Comité Alemán /Sección Proyectos (Alemania)
DULZURA DEL MAR (TUMACO NARIÑO COLOMBIA)
Eartheal (USA)
ECAM (Bolivia)
Eidé Ensayo Fotográfico y Audiovisual (Argentina)
EL ANDAMIO SOCIAL (ARGENTINA)
ELO (Brasil)
Empreendimento solidário de costureiras e artesãos de parnamirim,RN (BRASIL)
En Transition T.S.R. (Québec Canada)
Équiterre (Canada)
ERUUF Earth Justice (United States of America)
Escola Municipal Professora Anita M. Dourado (Brasil)
Espacio de Economía Solidaria y Comercio Justo (Paraguay)
Espacio Nacional de Economía Social y Solidaria (Argentina)
EYES (EUROPE)
Fair (Italy)
FENACOOP, R.L (NICARAGUA)
Fondation rivières (Canada)
Fora do Eixo (Brasil)
Foro Social Mundial en Argentina (Aegentina)
Fórum Brasileiro de Economia Solidária – FBES (Brasil)
Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional – FBSSAN (Brasil)
Fórum de Economia Solidária da Região do ABCDMRR e Baixada Santista (Brasil)
Fórum de Economia Solidaria de São José dos Pinhais (Brasil)
Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno (Brasil)
Fórum Estadual de Economia Solidária de MS (Brasil-MS)
Fórum Municipal de Economia Solidária de Balneário Camboriú (Santa Catarina, Brasil)
FORUM PERMANENTE DE CIDADANIA DE COLINAS (BRASIL – MARANHÃO)
Fórum Sul Mineiro de Economia Solidária (Minas Gerais / Brasil)
Fruta Comida Semilla Sembrada (Ecuador)
Fundación Ahora, A.C. (Aguascalientes/México)
FUNDACION ARTE Y CULTURA DEL PACIFICO (BOGOTA COLOMBIA)
Fundación Bandera Ecológica (Costa Rica)
FUNDACION DE LA MANO CONTIGO (COLOMBIA)
Fundación para el Desarrollo Sostenible de Osa (Costa Rica)
FUNDACION POR LOS DERECHOS DEL CONSUMIDOR (FUNDECOM) (REPUBLICA DOMINICANA)
Fundacion Pueblo Joven (Salta, Argentina)
Fundacion Sagrada Familia (Argentina, Buenos Aires)
Fundación Síntesis (Argentina)
Fundacion Solon (Bolivia)
Fundacion TPH Concepcion (Chile)
FUNDACION TRABAJO PARA UN HERMANO DE CONCEPCION (CONCEPCION, CHILE)
Fundacion utopia (ecuador)
Grassroots Economic Organizing (USA)
Greenpeace (Montréal, Québec)
Groupe d’économie solidaire du Québec (Québec)
Groupe ÉCOSPHÈRE (Canada)
Grupo Cooperativo Jade (México)
Grupo de promocion de la Agricultura Ecologica (GPAE) (Nicaragua)
grupo fitoterapico (Santa Catarina)
Grupo Red de Economía Solidaria del Perú (GRESP) (Perú)
GUAMINA (Mali)
Guramylay: Growing the Green Economy (USA)
Haida Gwaii Community Futures (Canada)
HUJ (Arménie)
ICATMI (MEXICO)
IMS (Brasil)
Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (Chile, Región del Biobío)
Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares UNIVALI (Brasil)
Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade do Estado da Bahia (Brasil)
Institute for Integrated Rural Development – IIRD (India)
Institut Européen pour l’Économie Solidaire – INEES (Luxembourg)
Instituto Chileno de Permacultura (Chile, Región del Biobío)
Instituto de Desarrollo de la economía Asociativa – IDEAC (Rep. Dominicana)
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (Brasil)
Instituto para el Desarrollo y la Paz Amazonica (San Martin – Peru)
Intecoop/Unifei – Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Universidade Federal de Itajubá (Brasil)
INTER-ACTION DEVELOPPEMENT DURABLE (FRANCE)
ISDEN (Perú)
ITCP/UNEB (Brasil)
ITCP USP (Brasil)
Juntos (Brasil)
Katosi Women Development trust (Uganda)
KIFESZ (Hungary)
Kolping México (México)
Kooperi – Coletivo para a promoção de práticas solidárias e autogestionárias (Brasil, sudeste, SP, São CArlos)
Latindadd (Perú)
L’Égrégore (Canada)
Maestria en Entidades de la Economía Social U.N.R (Argentina)
MAIS Consultoria Social (Brasil)
Marco Polo Echanger Autrement (France)
MD (Québec)
Mesa de Coordinación Latinoamericana de Comercio Justo – RIPESS LAC (América Latina y el Caribe, Perú)
Mesa Nacional de Trabajo Cooperativo y Solidario (Colombia)
Migrations et Développement (Maroc)
MIJARC (AFRICA,AISA, EUROPE AND LATIN AMERICA)
MINISTERIO DE AGRICULTURA Y GANADERÍA (COSTA RICA)
MIREDES Internacional (América Latina)
MIREDES (México)
Mó de Vida Cooperativa de Consumo, CRL (Portugal)
Mouvement de l’Économie Solidaire – MES (France)
Movimiento Ambiental de Aguascalientes (México)
Movimiento de Economía Social y Solidaria del Ecuador – MESSE (Ecuador)
Movimiento de Economía Solidaria y Comercio Justo de Bolivia (Bolivia)
Movimiento de Trabajadores Campesinos (Guatemala)
Movimiento Migrante Mesoamericano (Mesoamerica)
Movimiento Migrante Mesoamericano (México)
Mujeres afros de Salahonda (Colombia, Dpto de Nariño)
Mujeres sanadoras (México)
National Association of Small Boat Owners, NASBO (Iceland)
Nonante inc (Canada)
NORDIK Institute (Canada)
Núcleo de Formação em ECOSOL Ceará (Brasil)
Núcleo de Solidariedade Técnica da UFRJ – Soltec/UFRJ (Brasil)
Nuestras Huellas (Argentina)
NUEVA CIVILIZACION (URUGUAY)
NUPAUB- Núcleo de Estudos de Populações Humanas e Áreas ùmidas (BRASIL)
Objectif Plein Emploi (Luxembourg)
Observatorio Laboral y Ambiental de la Argentina (Argentina)
Odilia Leiva Calles (Peten..Guatemala)
Ong Fundepaz (Colombia)
ONG. JUVENTUDE SEM FRONTEIRAS (BRASIL)
ONG Programas Sociales Comunitarios (Salta, Argentina)
Opus Gay (Portugal)
P’ACTES (Europe)
Pastoral social (La Ceiba – Honduras)
Pastoral Social /zona sur, Petén (Petén, Guatemala)
PECOSOL – Capitulo Honduras (Honduras)
PECOSOL (Centroamérica)
Pecosol, Guatemala (Guatemala)
Plataforma Interamericana de Derechos Humanos, Democracia y Desarrollo – PIDHDD (Ecuador)
Plateforme des Organisation de la Société Civile sur les Droits Economiques, sociaux et Culturels au Cameroun (Cameroun)
Plumes & Jardins (Quebec, Canada)
PODER, A.C. (MEXICO)
PROCOSOL (Panama)
Production de L’Amarante (Québec)
Productions à deux têtes (Québec)
Prof contre la hausse (Montreal/ Québec / Canada)
Projeto Ramá (Brasil)
Promoción del Desarrollo Popular, A.C. (México)
Raid (Tunisie)
REAS BALEARS (ESPAÑA)
REDCOOP (MÉXICO)
Red Cuna (Argentina)
Red de Comercialización Comunitaria Alternativa – Red COMAL (Honduras)
RED DE COMERCIO JUSTO DEL SUR SURESE (CHILE)
Red de Coordinación en Biodiversidad (Costa Rica, Centroamérica)
Red de Economia Solidaria de la Macro Region Nor Oriental-Peru (PERU)
Red de Economía Solidaria del Biobío (Chile)
Red de Fundaciones Centroamericanas y del Caribe para la Economía Social y Solidaria (Centroamérica y Caribe)
Red de Fundaciones y Asociaciones de Economía Social Solidaria (Centramerica y Caribe)
Red de integracion de la economia social y solidaria (Colombia)
RED DE LA ESPERANZA (MÉXICO)
Red de Mujeres para el Desarrollo (América Latina y Caribe)
Red de Organizaciones de Economía Solidaria – REDESOL (Rep. Dominicana)
Red de Redes de Economía Alternativa y Solidaria – REAS (España)
Rede de educadores/as de economia solidária PE (NE do Brasil)
Rede de Educadores em Economia Solidária (Brasil)
Rede Dicção (Brasil)
Rede Nacional das Incubadoras Tecnológicas de cooperativas Populares/ITCP-Unochapeco (Brasil)
Red Jubileo Perú (Perú)
RedLASES – Red LatinoAmericana de Socioeconomía Solidaria (Argentina / Brasil)
Red micro creditos no podemos fracasar (Argentina)
Red Nacional de Investigadores y Educadores en Cooperativismo y Economía Solidaria (REDCOOP) (México)
Red Peruana de Comercio Justo y Consumo Ético (Perú)
RED Trasandina de Tecnología Social (Chilena-Argentina)
Red Uniendo Manos contra la Pobreza (Perú)
Reina de El Cisne (Loja – Ecuador)
REL UITA (Latinoamerica)
REMECC A.C. (Mexico)
RENAPESS MALI (MALI)
RENICC (Nicaragua)
Reorient Onlus (Italia)
Retos al Sur (Uruguay)
RIPESS-Asia/Asian Solidarity Economy Coalition – ASEC (Asia)
RIPESS Europe – Solidarity Economy Europe (Europe)
Rizosfera (Chile)
RTES (France)
RUPTURA (ECUADOR)
Scop Energies Alternatives 06 (France)
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco (Brasil)
Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Brasil)
SEDYS – Trujillo- Servicio Educativo para el Desarrollo y la Solidaridad (PERU)
Seminario Permanente para la Gobernabilidad mediante el Desarrollo Sustentable. Con base en una metodología de investigación interdisciplinaria. (Mexico City)
Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Bento Fernandes (Brasil)
SODEV MAROC (MAROC)
Solidaridad y comercio justo (Ecuador)
Solidarius Italia (Italy)
Soutenable.net (France)
STREET LIGHT REFLECTIONS (THAILAND)
Support for Women in Agriculture and Environment – SWAGEN (Uganda, East Africa)
SURJA EDUCACION CIUDADANA (MEXICO)
Syndicat Unique des Travailleurs de la Santé et de l’Action Sociale (SENEGAL)
TENDENCIAS AFRO (Santiago de Cali, Colombia)
Tierra Luna (México)
Trabajo Comunal Universitario COMER ORGÁNICO, Universidad de Costa Rica (Costa Rica)
Transition movement (Canada)
Très-Saint-Rédempteur en Transition (Canada)
UDELAR (URUGUAY)
UNCPM – Union Nationale des Coopératives des Planteurs et Maîchers du Mali (Mali)
UNEMAT/REMSOL/FEES-MT/NECOMT/IOCAS (BRASIL)
Unidad de Apoyo a las Comunidades Indígenas (Mexico)
Union Nacional Agroalimentaria de Colombia (Colombia)
UNIVERSIDAD AUSTRAL (ARGENTINA)
Universidad Centroamericana (UCA) / Vice Rectoría de Proyección Social (El Salvador)
UNIVERSIDAD DE BUENOS AIRES (ARGENTINA)
Universidad de Castilla-La Mancha (España)
Universidad de Guadalajara (Mexico)
Universidade Federal Rural de Pernambuco/FBES (Brasil)
Universidad Nacional de Rosario (Argentina)
Universitas Nueva Civilización (Chile)
University of Valencia (Spain)
UQAM, Institut des sciences de l’environnement (Québec-Canada)
Urgenci International Network for Community Supported Agriculture (Global)
USP (Brasil)
US Solidarity Economy Network (United States of America)
Visão Mundial (Brasil)
VQP (Argentina)
WESPAC Foundation (USA)
World Forum of Fish Harvesters and Fish Workers (WFF) (International organization)
Xarxa Economia Solidaria (Cataluña, España)